sexta-feira, 27 de maio de 2011

Materiais reparam-se sozinhos com luz

Reparação automática
Um vidro de relógio riscado ou a lataria arranhada de um carro que se reparam sozinhos quando expostos à luz - a "reparação automática" não é mais coisa de ficção científica.
Um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos e da Suíça está aprimorando este material, um novo tipo de plástico capaz de reparar-se em menos de um minuto quando exposto à luz ultravioleta.
O nome é "polímero metalo-supramolecular", um termo que ainda não faz parte da linguagem comum, mas que logo deverá fazer parte dos produtos do nosso cotidiano.
O novo material pode realmente ter muitas aplicações práticas e "comercialmente úteis", das telas digitais aos objetos comuns de plástico, que riscam ou arranham com muita facilidade.
Pense, por exemplo, nos riscos na pintura de um carro ou em um esmalte de unha, que não exige que a mulher volte ao salão para refazer tudo por causa de um simples arranhão.
Plástico que se auto-conserta
Os plásticos tradicionais são feitos de polímeros, moléculas que formam longas cadeias de vários milhares de átomos, entrelaçadas como espaguete em um prato. Quando aquecido, o plástico derrete e pode ser trabalhado em um molde, por exemplo. Mas ele derrete e flui lentamente, por causa do peso das moléculas e das suas interligações.
Os polímeros metalo-supramoleculares, no entanto, são feitos de moléculas 25 vezes mais curtas, grudadas umas nas outras por átomos de metal.
Quando o material é aquecido, essas moléculas se separam - como elas são leves, a massa flui muito mais facilmente.
Assim que o calor diminui, as moléculas se "reatam" pelas suas extremidades metálicas, e o material recupera suas propriedades originais.
E, para isso, nem é preciso colocar o relógio, o celular ou o carro no forno: uma dose de radiação ultravioleta é suficiente.
"Usamos lâmpadas semelhantes àquelas usadas pelos dentistas para endurecer amálgamas à base de polímero", explica Christoph Weder, do Instituto Adolphe Merkle, na Suíça.

NASA enviará sonda espacial para coletar amostra de asteroide
Depois de coletar a amostra do asteroide, o braço robótico colocará o material dentro da cápsula que retornará à Terra. [Imagem: NASA]

Amostra de asteroide
A NASA vai enviar uma sonda espacial robotizada para um asteroide em 2016.
A sonda usará um braço robótico para colher amostras do asteroide, em busca de mais informações sobre a formação do nosso Sistema Solar e sobre o surgimento da vida.
O alvo da missão é o chamado 1999 RQ36, um asteroide com aproximadamente 580 metros de diâmetro.
Pouco alterado ao longo do tempo, os cientistas acreditam que ele represente um retrato da infância do nosso Sistema Solar.
Robôs e astronautas
A missão é chamada OSIRIS-REx, um acrônimo para Origins-Spectral Interpretation-Resource Identification-Security-Regolith Explorer - veja o significado de tudo isto no final da reportagem.
A sonda deverá custar aproximadamente US$ 800 milhões, o que não inclui o foguete de lançamento.
"Este é um passo crítico para o cumprimento dos objetivos traçados pelo presidente Barack Obama de estender nosso alcance para além da órbita baixa da Terra e explorar o espaço profundo", disse o administrador da NASA, Charlie Bolden. "São missões robóticas como essas que irão abrir o caminho para futuras missões espaciais tripuladas para um asteroide e outros destinos no espaço profundo."
A NASA selecionou a OSIRIS-Rex depois de analisar três outras missões científicas, que incluíam também uma missão de captura de amostras no lado escuro da Lua e uma missão para a superfície de Vênus.
Pedaço de asteroide
Depois de viajar quatro anos, a OSIRIS-Rex deverá chegar ao asteroide RQ36, em 2020.
Quando estiver a uma distância de cinco quilômetros do asteroide, a sonda começará um mapeamento de toda a sua superfície, um processo que levará seis meses.
Somente de posse desse mapeamento é que a equipe de cientistas da missão irá escolher o local onde o braço robótico da sonda coletará uma amostra.
A sonda então se moverá lentamente, a uma velocidade de 0,1 metro por segundo, até se aproximar do local escolhido, estenderá o braço robótico e coletará cerca de 60 gramas de material, que será enviado de volta, devendo chegar à Terra em 2023.
A cápsula de retorno será semelhante à utilizada pela sonda Stardust, que trouxe à Terra partículas do cometa Wild 2, em 2006.
Apesar da pequena quantidade de material, ele será suficiente para que os cientistas efetuem análises que não poderiam ser feitas por nenhum instrumento a bordo de uma espaçonave.

Por que um asteroide?
Os asteroides são resquícios formados a partir da nuvem de gás e poeira - a nebulosa solar - que colapsou para formar o nosso Sol e os planetas, cerca de 4,5 bilhões de anos atrás.
Dessa forma, os cientistas acreditam que eles contenham o material original da nebulosa solar, que pode dar informações sobre as condições do nascimento do nosso Sistema Solar.
O asteroide também é provavelmente rico em carbono, um elemento-chave nas moléculas orgânicas necessárias para a vida.
As moléculas orgânicas têm sido encontradas em amostras de meteoritos e cometas, indicando que alguns dos ingredientes da vida podem ter sido criados no espaço. Os cientistas querem saber se elas também estão presentes no RQ36.
"Este asteroide é uma cápsula do tempo, da época do nascimento do nosso Sistema Solar," disse Jim Green, diretor da Divisão de Ciência Planetária da NASA. "O conhecimento da missão também irá nos ajudar a desenvolver métodos para acompanhar melhor as órbitas dos asteroides".
Efeito Yarkovsky
A sonda OSIRIS-REx irá também medir com precisão pela primeira vez o "Efeito Yarkovsky".
O efeito é uma pequena força de repulsão exercida pelo Sol sobre os asteroides, conforme eles absorvem a luz solar e re-emitem essa energia como calor.
O pequeno empurrão vai se somando ao longo do tempo, mas é irregular e difícil de calcular, devido à forma dos asteroides, à composição de sua superfície e à sua oscilação e rotação.
Para que os cientistas possam prever a rota de um asteroide que se aproxime da Terra, eles precisam entender como o Efeito Yarkovskyvai influencia sua órbita.
A OSIRIS-Rex vai ajudar a refinar a órbita do RQ36 para averiguar a sua trajetória e planejar estratégias futuras para tentar evitar possíveis impactos de objetos celestes contra a Terra.

O que significa Osiris-Rex
O nome OSIRIS-Rex é um complexo acrônimo que explicita o que a missão pretende fazer.
"O" representa o tema científico, origens, como origem do Sistema Solar e origem da vida.
"SI" significa interpretação espectral (Spectral Information), o que por sua vez significa tirar fotos do RQ36 em vários comprimentos de onda para estudar a sua composição.
"RI" significa resource identification, ou identificação de recursos, que consistirá em examinar o asteroide em busca de recursos úteis, tais como água e metais, interessantes para uma futura mineração espacial.
"S" representa segurança, referindo-se à previsão do movimento detalhado dos asteroides que se aproximam da Terra.
REX significa Regolito EXplorer. Regolito é uma camada de rocha e poeira, formada pelo impacto de outros meteoritos, que cobre a superfície de muitos asteroides e luas do nosso Sistema Solar

Células a combustível a biodiesel chegam ao mercado

Um grupo de engenheiros de universidades e empresas da Noruega começou a testar uma tecnologia mista para a alimentação de carros elétricos e geração independente de energia elétrica.
Enquanto as quase perfeitas células a combustível a hidrogênio não chegam, os pesquisadores estão unindo uma célula a combustível "mais tolerante" com o biodiesel.
Reformador inteligente
A união das duas tecnologias mostrou-se altamente viável depois que os cientistas compararam o rendimento de uma célula a combustível - sua capacidade de geração de eletricidade - alimentada tanto por hidrogênio puro quanto pelo hidrogênio gerado por uma nova unidade de reforma do biodiesel que eles construíram.
O protótipo, capaz de gerar 200 watts, mostrou apenas um ligeiro decréscimo na produção de energia quando foi utilizado o "reformador inteligente" de biodiesel.
Isto torna a unidade mais ambientalmente correta do que as células a combustível atuais que usam hidrogênio puro, uma vez que este gás é hoje gerado a partir do gás natural, um primo do petróleo, enquanto o biodiesel é considerado um combustível renovável.
Se necessário, a unidade também funciona com diesel comum.
Segundo os engenheiros, assim, como a célula a combustível, o reformador não emite fumaça e nem odor, o que o torna um parceiro ideal para a célula a combustível, que só emite água como subproduto da geração de eletricidade.
Segundo eles, usar o diesel para gerar eletricidade, e depois usar a eletricidade para mover motores elétricos que impulsionem os veículos, elimina toda a emissão de particulados do diesel, o que inclui, além da mal-cheirosa fumaça preta, os óxidos nitrosos (NOx) e o monóxido de carbono.
A história da música é o estudo das origens e evolução da música ao longo do tempo. Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história é trabalho dos historiadores, porém também é frequentemente realizado pelos musicólogos.
Este termo está popularmente associado à história da música erudita ocidental e frequentemente afirma-se que a história da música se origina na música da Grécia antiga e se desenvolve através de movimentos artísticos associados às grandes eras artísticas de tradição europeia (como a era medieval, renascimento, barroco, classicismo, etc.). Este conceito, no entanto é equivocado, pois essa é apenas a história da música no ocidente. A disciplina, no entanto, estuda o desenvolvimento da música em todas as épocas e civilizações, pois a música é um fenômeno que perpassa toda a humanidade, em todo o globo, desde a pré-história.
Em 1957 Marius Schneider escreveu: “Até poucas décadas atrás o termo ‘história da música’ significava meramente a história da música erudita europeia. Foi apenas gradualmente que o escopo da música foi estendido para incluir a fundação indispensável da música não europeia e finalmente da música pré-histórica."
Há, portanto, tantas histórias da música quanto há culturas no mundo e todas as suas vertentes têm desdobramentos e subdivisões. Podemos assim falar da história da música do ocidente, mas também podemos desdobrá-la na história da música erudita do ocidente, história da música popular do ocidente, história da música do Brasil, História do samba, história do fado e assim sucessivamente.

Gêneros Musicais: 
  • Música erudita - a música tradicionalmente dita como "culta" e no geral, mais elaborada. É erroneamente conhecida como "música clássica", pois a música clássica real é a música produzida levando em conta os padrões do período musical conhecido como Classicismo(Pré- clássico - Rococó). Pode ser dito também de música clássica, obras que são bem familiares e conhecidas, ao ponto de serem assoviadas pelas pessoas, algo mais popular assim como a literatura. Seus adeptos consideram que é feita para durar muito tempo e resistir a moda e tendências. Em geral exige uma atitude contemplativa e uma audição concentrada. Alguns consideram que seja uma forma de música superior a todas as outras e que seja a real arte musical. Porém, deve também ser lembrado que mesmo os compositores eruditos várias vezes utilizaram melodias folclóricas (determinada região) para que em cima dela fossem compostas variações. Alguns compositores chegaram até a apenas colocar melodias folclóricas como o segundo sujeito de suas músicas (como Villa-Lobos fez extensamente). Os gêneros eruditos são divididos sobretudo de acordo com o períodos em que foram compostas ou pelas características predominantes.
  •  Música popular - associada a movimentos culturais populares. Conseguiu se consolidar apenas após a urbanização e industrializaçãosociedade e se tornou o tipo musical icônico do século XX. Se apresenta atualmente como a música do dia-a-dia, tocada em shows e festas, usada para dança e socialização. Segue tendências e modismos e muitas vezes é associada a valores puramente comerciais, porém, ao longo do tempo, incorporou diversas tendências vanguardistas e inclui estilos de grande sofisticação. É um tipo musical frequentemente associado a elementos extra-musicais, como textos (letra de canção), padrões de comportamento e ideologias. É subdividida em incontáveis gêneros distintos, de acordo com a instrumentação, características musicais predominantes e o comportamento do grupo que a pratica ou ouve. 
  • Música folclórica ou música nacionalista - associada a fortes elementos culturais de cada grupo social. Tem caráter predominantemente rural ou pré-urbano. Normalmente são associadas a festas folclóricas ou rituais específicos. Pode ser funcional (como canções de plantio e colheita ou a música das rendeiras e lavadeiras). Normalmente é transmitida por imitação e costuma durar décadas ou séculos. Incluem-se neste gênero as cantigas de roda e de ninar.
  • Música religiosa - utilizada em liturgias, tais como missas e funerais. Também pode ser usada para adoração e oração ou em diversas festividades religiosas como o natal e a páscoa, entre outras. Cada religião possui formas específicas de música religiosa, tais como a música sacra católica, o gospel das igrejas evangélicas, a música judaica, os tambores do candomblé ou outros cultos africanos, o canto do muezim, no Islamismo entre outras. 
Rock é um termo abrangente que define o gênero musical popular que se desenvolveu durante e após a década de 1950. Suas raízes se encontram no rock and roll e no rockabilly que emergiu e se definiu nos Estados Unidos da América no final dos anos quarenta e início dos cinquenta, que evoluiu do blues, da música country e do rhythm and blues, entre outras influências musicais que ainda incluem o folk, o jazz e a música clássica. Todas estas influências combinadas em uma simples estrutura musical baseada no blues que era "rápida, dançável e pegajosa". 

Anvisa aprova vacina contra HPV para homens

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso da vacina contra o HPV para pessoas do sexo masculino com idade entre 9 e 26 anos. A decisão foi baseada em estudos apresentados pela empresa Merck Sharp&Dohme e publicados no New England Journal of Medicine; foi formalizada no dia 5 de maio e publicada no Diário Oficial da União de 23 de maio deste ano.
A vacina quadrivalente, a mesma utilizada para mulheres, atua contra os tipos 6, 11, 16 e 18 da doença e terá efeito na prevenção de verrugas genitais externas. O estudo não demonstrou, porém, a eficácia da vacina para outros desfechos clínicos como a prevenção de lesões pré-cancerosas genitais, câncer peniano, perineal e perianal ou câncer anal.

HPV e câncer
Um levantamento do Hospital A. C. Camargo, de São Paulo, mostrou que o número de casos de câncer de boca associados ao HPV aumentou de 3% para 32% nos pacientes de até 40 anos nos últimos 15 anos.
No caso dos tumores de orofaringe - sistema que abrange as amígdalas, a língua e o palato - a porcentagem de pacientes que apresentam infecção por HPV aumentou de 23% para 80% no mesmo período.

Bactéria do queijo vira vacina na França

REINALDO JOSÉ LOPES
da Folha de S.Paulo



Uma bactéria usada há 8.000 anos na fabricação de queijo e manteiga está prestes
a ganhar uma nova função: ajudar a combater o HPV, vírus responsável pela maior
parte dos casos de câncer do colo do útero. Cientistas franceses transformaram o
micróbio, chamado Lactococcus lactis, numa "vacina viva".

Os últimos resultados desse projeto foram apresentados durante o 48º Congresso
Nacional de Genética, que aconteceu em Águas de Lindóia (interior de São Paulo).
De acordo com Yves Loir, pesquisador do Inra (Instituto Nacional de Pesquisa
Agronômica, na sigla em francês), o desempenho da bactéria-vacina já está sendo
testado em camundongos.

Loir diz que o micróbio também está sendo modificado geneticamente para
produzir interleucina-12 --uma substância usada para combater determinadas
formas de câncer.

Velho aliado
O Lactococcus lactis é conhecido da humanidade desde que esta aprendeu a criar
derivados do leite: a ação fermentadora da bactéria é essencial para a fabricação
de diversos laticínios.

Uma série de características do micróbio o tornam um bom candidato para o papel
de vacina viva: ele não causa doenças e convive bem com o organismo humano.
Diariamente, uma pessoa ingere 109 (o número 1 seguido de nove zeros) bactérias
desse tipo.

Adaptado ao organismo humano, o L. lactis consegue colonizar o trato digestivo e o
interior da vagina --coincidentemente, a região mais visada pelo vírus.

Perigo comum
O HPV (abreviação inglesa de papilomavírus humano) é bastante comum. A OMS
(Organização Mundial da Saúde) calcula que entre 10% e 20% da população
sexualmente ativa do planeta o carregue no organismo.

O vírus, porém, está longe de ser inofensivo: ele é a causa de quase todos os casos
de câncer do colo do útero e também está envolvido nos cânceres de pênis, ânus e
reto (a parte final do intestino grosso).

O HPV pode causar câncer porque, como todos os vírus, ele mistura seu código
genético ao das células humanas que infecta, "sequestrando" o maquinário celular
para produzir mais cópias de si mesmo. Nesse processo, os genes da própria célula
saem dos eixos --e aí é que pode surgir o câncer.

A idéia dos pesquisadores franceses é preparar o organismo para uma eventual

chegada do HPV (que é transmitido nas relações sexuais) com a ajuda do L. lactis.
Para isso, eles modificaram geneticamente a bactéria para que ela produzisse a E7,
uma proteína do vírus. "Suspeita-se que ela esteja envolvida no embaralhamento
do ciclo celular", explica Loir.

O micróbio modificado secreta a proteína no organismo do hospedeiro, induzindo
uma reação do sistema imune. Se o HPV verdadeiro entrasse em contato com o
organismo, ele seria capaz de reconhecer a proteína e reagir rápida e eficazmente
contra o vírus.

Antes disso, diz Loir, "ainda temos muito trabalho a fazer". Um dos dilemas dos
pesquisadores é saber se seria mais eficaz uma vacina oral ou outra que fosse
aplicada diretamente na vagina.

"Nesse caso, você induziria a imunidade na mucosa que é afetada pelo HPV", diz
Vasco Azevedo, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), pesquisador que
trabalha em parceria com Loir e seus colegas do Inra. Um grupo de cientistas
mexicanos está testando as diferentes abordagens em camundongos.

Progresso em bovinos
Enquanto o veredicto sobre a vacina contra o HPV não sai, Azevedo e Sérgio Costa
Oliveira, também da UFMG, estão conseguindo bons resultados usando o L. lactis
para fazer uma "vacina viva" contra brucelose, doença causada pela bactéria
Brucella que faz as vacas abortarem, dando prejuízos da ordem de R$ 100 milhões
à pecuária no Brasil.

"Os testes feitos até agora em bovinos têm funcionado", afirma Azevedo, cujo
grupo inseriu no DNA do L. lactis os genes que codificam as proteínas L7 e L12,
típicas da Brucella e responsáveis por induzir uma resposta imune nos bovinos
vacinados.

Com os problemas de fiscalização e os abatedouros clandestinos no país, não é
incomum que carne contaminada com a bactéria chegue ao mercado, o que pode
gerar problemas cardíacos se a carne for consumida.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Vagas CLM

CLM OFERTA VAGAS PARA CURSO
DE  CONVERSAÇÃO  EM   LIBRAS.
O Centro de Línguas de Maracanaú – CLM está recebendo inscrições para a processo seletivo ao curso de Conversação em Libras. Serão 42 vagas, mediante realização de prova prática. Pode participar da seleção o candidato que apresentar as seguintes condições: ter concluído o curso Básico em Libras com carga horária mínima de 180h/a; ser funcionário da rede de ensino municipal, estadual ou privada de Maracanaú; ser candidato da comunidade, residir em Maracanaú e ter idade mínima de 16 anos completos. Para se inscrever, será necessário apresentar original e cópia dos documentos: identidade, declaração da instituição em que trabalha (somente para funcionários públicos); comprovante de endereço no nome do candidato (somente para comunidade); Certificado do Curso Básico em Libras (cópia autenticada e original), além de duas fotos 3x4. As inscrições podem ser feitas até a próxima quinta-feira, dia 26, nos períodos manhã, tarde e noite. O CLM funciona na rua Belém, nº 91, Piratinga, próximo ao Posto de Saúde do bairro. (AF)